sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Little clouds and the Great Blue

Your love lifts my soul from the body to the sky
And you lift me up out of the two worlds.
I want your sun to reach my raindrops,
So your heat can raise my soul upward like a cloud.
(Rumi)


Dinah & The Beautiful Blue - Thomas Feiner & Anywhen

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Voyage to Nowhere

Na imagem observa-se uma draga "estacionada" na Lagoa de Óbidos desde Março deste ano. Tem constituído fonte de polémica já que a Lagoa precisa de intervenções de dragagem urgentes (não só da Aberta mas de outros pontos com grande assoreamento e em risco de desaparecerem - como os Braços da Barrosa e Bom Sucesso) e há draga mas não há dragagens. Tendo o Instituto da Água informado, em Maio, que aguardava o Visto do Tribunal de Contas, espera-se que este caso "aberrante" tenha solução breve já que estamos no final de Setembro e terminou a estação balnear nas Caldas e no Ministério.

Never Never Never - David McAlmont

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Apontamentos sobre uma década do Termalismo Caldense I

Pavilhões do Parque D. Carlos I  - integrados na Estância Termal das C. da Rainha

Dreams are more precious - Enya

Após ter Iniciado funções, em 1999, como Presidente de novo Conselho de Administração do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha (CHCR) - que era constituído pelo H. Distrital e por todo o Património da Estância Termal das C. Rainha -, e tendo-me reformado, em 2009, cerca de 10 anos depois, aqui vão (em vários “posts”) algumas recordações (obviamente “telegráficas”) dessa década em que o Termalismo nas C. Rainha atravessou uma fase importante da sua história.
Quando comecei aquelas funções, o H. Termal encontrava-se encerrado, desde Janeiro de 1997, com as redes de adução (entre o furo AC2 e o H. Termal) e de distribuição (no interior do balneário) contaminadas com Pseudomona Aeruginosa (bactéria difícil de erradicar) – e que tinha resistido às diversas tentativas anteriores de exterminação – inclusive com recurso a empresas contratadas para o efeito.
Apesar de muitos considerarem na altura a situação irresolúvel, já que o problema durava há mais de 2 anos, assumi a tentativa de a resolver, tendo sido coadjuvado por alguns responsáveis do H. Termal e, após determinação superior, com a Direcção Geral de Equipamentos em Saúde e uma empresa especializada, com quem fui reunindo frequentemente.
Após aquela data, com o apoio do Ministério da Saúde (Dr.ª Mª de Belém Roseira) e em cerca de um ano, foram (após uma primeira fase diagnóstica) colocadas 2 novas redes de adução em Polietileno de Alta densidade integradas em caleira de betão armado e novos colectores de água.
Entretanto a grande novidade foi a sugestão dada por nós (CHCR) durante aquelas reuniões, para se colocar uma nova rede de distribuição em aço Inox 316L, no primeiro andar do H. Termal, permitindo uma desinfecção com vapor de água a cerca de 120 graus - ao contrário da canalização em plástico que se deterioraria com aquela temperatura. Ou seja as bactérias (mesmo protegidas por filmes biológicos) morreriam “cozidas”. Pela 1ª vez surgia uma metodologia, de desinfecção diária, com eficácia a 100%.
Em consequência, desde Agosto de 2000, a água mineral natural das Caldas da Rainha passou a circular novamente sem aquela bactéria, no 1º andar do sector de balneoterapia, após cerca de 3 anos de encerramento, beneficiando os termalistas e renovando a esperança no Termalismo Caldense.
Depois foi iniciado – mas não terminado – um ciclo de acções para a reabilitação da actividade termal – que irei procurar descrever sucintamente em próximos “posts”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

About clouds XXXII


They say there is a window from one heart to another
How can there be a window where no wall remains?
(Rumi)
Ne me quittes pas – Jacques Brel

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Wave (Into the Light)

There´s a wave in our hearts
Where a light is glowing

Feel and share


Lux Aeterna - Terje Rypdal

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Summer´s gone

Quand viens la fin de l´ Été / Derniers Baisers - Les Chats Sauvages

A boca,
onde o fogo
de um verão
muito antigo
cintila,

a boca espera
(que pode uma boca
esperar
senão outra boca?)

espera o ardor
do vento
para ser ave,
e cantar.
(Eugénio de Andrade)