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domingo, 5 de março de 2017
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Beach mood VII
You can read a lot about a country by looking at its
beaches:
across cultures, the beach is that rare public space in which all absurdities
and quirky national behaviors can be found.
(Martin Parr)
domingo, 28 de agosto de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
Sketches from the beach V
You can read a lot about a country
by looking at its beaches:
across cultures, the beach is that rare public space
in which all absurdities and quirky national behaviors can be found.
(Martin Parr)
terça-feira, 9 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
Sketches from the beach I
No fim de uma tarde enevoada passei pela praia da Foz do
Arelho onde fiz alguns registos. Ao fotografar um vendedor de bolas de berlim
não pude impedir-me de recordar, com alguma nostalgia, um tempo de praia que
passava mais devagar. Como se rebobinasse um filme no qual já fui actor –
integrando rituais familiares na organização de expedições à praia, repetidos
diariamente durante os meses de Verão. Entravam sempre, todos os anos,
personagens típicos como se tivessem saído das “Férias do Sr. Hulot”. Havia uma
baronesa mumificada, de cão miniatura ao peito, em pose de diva (tipo Sunset
Boulevard), o grupo de atletas que fazia forças combinadas em pleno areal, o
intelectual de cachimbo, o casal de estrangeiros, as avós a fazerem tricô sem
parar, as “vamps” e o tenista galã, o grupo dos piqueniques no pinhal, o cabo
de mar e os nadadores olímpicos, crianças chilreando em redor da tenda dos
fantoches ou entre baldes, bóias e construções de areia para o mar desfazer
pouco depois.
No meio da calma e do calor ecoavam os pregões da preta das bolas de berlim e
dos pacotes de batas fritas, do homem dos barquilhos, do vendedor de “Rajá
fresquinho” e do “estica e chocolate prá menina e pró menino”. Como figuras de
cal percorriam a praia de lés a lés sobre a tremulina do calor, junto á areia,
como figurantes de um filme de Fellini.
As senhoras e as meninas jogavam ao prego e ao ringue, enquanto os rapazes liam
primeiro a “colecção Joaninha” e depois as aventuras do Zorro e do Capitão Marvel
– mais saborosas durante as manhãs enevoadas.
Tudo aparentemente certo como previsto. Ninguém falava sobre qualquer tipo de
preocupação. Tudo estava bem, sentíamo-nos rodeados de segurança naquele
Presente e tínhamos poucas interrogações sobre o Futuro. Algo que sinto estar
cada vez mais longe neste mundo "suicidário" em que hoje vivemos.
domingo, 6 de setembro de 2015
A praia segue dentro de momentos I
Aqui vai mais um registo
acerca das estruturas aberrantes que invadem as praias Portuguesas. Neste caso
um Pavilhão de plástico (para eventos eventuais) que está vazio a maior parte
do tempo. O telhado e as paredes permitem entrever, desfocada, a praia lá fora.
As sucessivas janelas em sequência fazem lembrar os frames de uma película
cinematográfica. Um filme surreal em que a praia e os seus personagens
habituais ficam cada vez mais distantes da actualidade - guardada por uma
silhueta misteriosa junto à porta.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Sketches from the beach VIII
Com esta série de imagens, com
grandes espaços e pequenas silhuetas, tentei com pouco expressar o muito que
representa a praia e o mar – mormente o ambiente mágico dos fins de tarde em
que os planos sucessivos e a profundidade são essenciais.
Também uma homenagem ao grande
autor de banda desenhada: Hugo Pratt, criador de Corto Maltese, com um estilo
dirigido à simplificação, que dizia: “Queria chegar a dizer tudo com uma
linha”. De facto as suas histórias apresentam-se com um grafismo muito próprio,
e de grande beleza, onde se inscrevem traços simples precisos e delicados.
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