Ára Bátur - Sigur Rós
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O Abraço
Only from the heart can you touch the sky
The door is so wide open when hugging a tree
The moment you feel
the tree also hugs you
Light -
Hans Zimmer
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Memories fall from trees
Tell me about the forest - Dead Can Dance
Failing to learn from our past
We live in the dreamtime
Nothing seems to last
Can you really plan a future
When you no longer have a past
Memories fall from trees
Memories like whispering leaves
Memories like whispering leaves
segunda-feira, 9 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
About flowers
Detalhe de quadro (acrílico sobre tela - técnica mista) com 1mX1m
Ekki múkk (moving art) - Sigur
Rós
sexta-feira, 22 de junho de 2012
About clouds XLV
Even if you are far away
Like a distant star
There´s no distance
There´s no emptiness
Out of this world
Of war, hate and madness
No matter where we are
Far away we stay close
Somewhere in the sky
Far away - inside the heart
(VT)
Far
away - Astrud Gilberto and Chet Baker
quarta-feira, 20 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Sobre o impressionismo e as papoilas
Naquele
piquenique de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.
Foi quando
tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.
Pouco
depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos
E pão-de-ló molhado em malvasia.
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos
E pão-de-ló molhado em malvasia.
Mas, todo purpuro,
a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas!
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas!
(Cesário
Verde)
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