A Lagoa de Óbidos é conhecida
também pelas tonalidades adoptadas pelas suas águas, no final do dia, que mudam
diariamente. No entanto durante o Outono há a peculiaridade de um
enriquecimento dos tons dourados que rivalizam com os azuis celestes. Razões para,
neste início de Outono, me reencontrar com a Lagoa. Foto colhida no Braço do
Bom Sucesso.
domingo, 5 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Outono na Lagoa de Óbidos I
A Lagoa de Óbidos é conhecida
também pelas tonalidades adoptadas pelas suas águas, no final do dia, que mudam
diariamente. No entanto durante o Outono há a peculiaridade de um
enriquecimento dos tons dourados que rivalizam com os azuis celestes. Razões para,
neste início de Outono, me reencontrar com a Lagoa. Foto colhida no Braço do
Bom Sucesso.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Caminho na Lagoa de Óbidos
Ponte a sul da Lagoa de Óbidos entre os Braços da Barrosa e do Bom Sucesso. Setembro de 2014.
Atrevo-me a confessar que esta
é uma das minhas fotos preferidas. O céu ao apresentar-se com nuvens brancas
permitiu o destaque e contraste da figura que surge como que com uma aura. Se
estivesse azul tal não seria possível. Por outro lado o ângulo de colheita
muito baixo "empolga" ainda mais a figura e o cenário. O
enquadramento conduz o olhar através da ponte em sentido inverso ao da figura e
em direcção à árvore. O P&B contrastado dramatiza ainda mais. Uma foto quase
"cinematográfica" que não sei bem porquê me fez lembrar alguns planos
do filme "Os Inadaptados" de John Houston (guião de Arthur Miller) com
Marilyn Monroe, Clark Gable e Montgomery Clift.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
O Atleta
Todos os dias o Sr. Francisco
“pega” às 9h e anda cerca de 20 km. Parte das Caldas da Rainha vai até à Foz
do Arelho e regressa novamente ao ponto de partida. Com a pele tisnada do sol é
uma figura conhecida e habitual na pista pedonal da estrada nova para a Foz.
Com cerca de 80 anos acredita olimpicamente no lema “ande pela sua Saúde” e
sente, diariamente, a felicidade promovida pelas endorfinas libertadas durante
o exercício enquanto o céu e as nuvens enquadram a sua cabeleira branca
desalinhada pelo vento. Uma figura. Obviamente não resistimos ao impulso de
fotografar.
sábado, 27 de setembro de 2014
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Ágata
Para estas fotos, previamente,
executei os quadros em acrílico sobre tela (1mX1m). Cada um demorou cerca de
uma semana a pintar. Depois teve lugar a sessão fotográfica com a minha filha
Ágata sentada em frente dos quadros e fotografou-se em sequências de
sobreposição de imagens. A edição destas foi feita no Lightroom 5.6 de onde
foram exportadas para o Photoshop CS5.
Trata-se de uma experiência
criativa em que pintura e fotografia andaram de mãos dadas numa miscigenação
que julgo saudável. Tal, aliás, tem por vezes acontecido na história quer da
pintura quer da fotografia.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Kaos
Este tipo de imagem pode
suscitar leituras diversas. Seria interessante que, se possível, os visitantes
comentassem com a sua própria interpretação. O que agradeço desde já. Aqui vai
a minha:
"Na casa em que vivemos que é este nosso País, interpreta-se repetidamente uma tragicomédia em que idealismo e ganância, patriotismo e conveniência, tendem a confundir-se. Há mesmo pessoas que parecem renascer constantemente em cada geração como actores cujo guião é fazer mais do mesmo para nada mudar ou mudar muito pouco.
Como a ausência de Culturiosidade parece endémica no córtex frontal da mentalidade Lusitana, periodicamente, o País é inundado pelo medo e, em vez de nadar, fica paralisado prestes a afogar-se. E frequentemente só consegue recorrer a tiques que ficaram ainda do tempo da Inquisição - invisível a serpentear pelas ruas onde se vocifera, se denuncia e se diz mal – muitas vezes a cavalo na inveja e na vingança -, mas onde quase ninguém liga aos verdadeiros problemas e à desolação dos outros.
"Na casa em que vivemos que é este nosso País, interpreta-se repetidamente uma tragicomédia em que idealismo e ganância, patriotismo e conveniência, tendem a confundir-se. Há mesmo pessoas que parecem renascer constantemente em cada geração como actores cujo guião é fazer mais do mesmo para nada mudar ou mudar muito pouco.
Como a ausência de Culturiosidade parece endémica no córtex frontal da mentalidade Lusitana, periodicamente, o País é inundado pelo medo e, em vez de nadar, fica paralisado prestes a afogar-se. E frequentemente só consegue recorrer a tiques que ficaram ainda do tempo da Inquisição - invisível a serpentear pelas ruas onde se vocifera, se denuncia e se diz mal – muitas vezes a cavalo na inveja e na vingança -, mas onde quase ninguém liga aos verdadeiros problemas e à desolação dos outros.
Sentados na cadeira dos
silêncios trazemos ao peito a caliça das paredes com sombra desta casa em
ruína.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
O Senhor da Pedra
Existem diversas lendas na região que justificam a construção do Santuário. Possuem em comum a acção milagrosa de uma antiga cruz de pedra com a imagem esculpida de Cristo crucificado, hoje exposta no altar-mor da igreja. A mais popular esclarece que na década de 1730, vivendo a região uma prolongada seca, com grandes prejuízos para a agricultura, um lavrador foi chamado pela imagem, que se encontrava escondida num combro por entre silvados, em terreno da Colegiada de Santa Maria de Óbidos, junto à estrada que ligava esta vila às Caldas da Rainha. A imagem "clamou-lhe" veneração, o que o lavrador cumpriu juntamente com alguns outros populares, tendo vindo a chover.
A tradição narra que aquela pequena escultura ali havia sido colocada pela própria rainha D. Leonor, para indicar o caminho das águas curativas da Caldas, tendo-se tornado objecto de veneração à época, mas tendo depois caído no esquecimento. Com a sua redescoberta pelo lavrador e o "milagre" subsequente, a imagem voltou a ser objecto de devoção popular, tendo sido erigida uma capela de madeira para albergar a imagem.
Em 1737 foi feita a oferta simbólica da primeira moeda de esmola para a construção de um novo templo que albergasse a imagem milagrosa do Senhor Jesus da Pedra, de modo que, com risco do arquitecto capitão Rodrigo Franco, da Mitra Patriarcal, em 1740 foi lançada a primeira pedra do templo, dedicada a São Tomé Apóstolo, por D. José Dantas Barbosa, arcebispo de Lacedemónia, ministro da cúria patriarcal, juiz das justificações de genere e delegado de D. Tomás de Almeida, cardeal patriarca.
Em 1742 João V de Portugal inicia os seus tratamentos no Hospital Termal Rainha D. Leonor, passando a visitar frequentemente a imagem do Senhor Jesus da Pedra, pela qual tinha grande veneração, ofertando-lhe avultadas esmolas.
Com esses auxílios, em 1747 iniciam-se as solenidades de inauguração do Santuário, com a chegada a Óbidos do arcebispo de Lacedemónia, e recepção junto ao Santuário, onde foi proferida uma oração. O arcebispo visitou a Família Real em Caldas da Rainha, comunicando ao rei as datas previstas para as celebrações. O soberano deu o seu aval e ordenou que o tesouro da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo fosse posto à disposição para as cerimónias
Em 1751 registou-se a conclusão da abóbada de cantaria da torre do lado Norte.
Posteriormente, em 1764, o escultor Joaquim da Silva Coelho, de Alcobaça, executa a série dos Apóstolos para o Santuário.
(Fonte: Wikipedia)
domingo, 21 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
Great!!!
Após cerca de 5 anos e meio de publicação, com mais de
131 mil visitas de dezenas de países e com um livro Heavenly editado o nosso blogue
renova-se com novo figurino em que as imagens adquirem maior protagonismo e
disponibiliza em cada publicação novas funcionalidades. Há uma nova imagem a
acompanhar o título do blogue – eventualmente a ser substituída ciclicamente
quando tal se justificar.
Com formação fotográfica em plena época dourada do
analógico só desde 2009 aceitámos, não sem alguma desconfiança, o desafio do
formato digital. Após um início em que fotografámos com uma pequena máquina
digital de bolso, fomos realizando imagens com material cada vez mais diferenciado
– mormente desde há um ano a esta parte. A edição (e em consequência a
qualidade) das fotografias mereceu uma evolução acentuada desde o início deste
ano – em que passámos a utilizar o Lightroom 5.6.
Aproveitamos para agradecer a todos (as) quantos (as) nos
tem continuado a dar o privilégio da sua visita e dos seus comentários e
sugestões. Esperamos continuar a merecer a Vossa companhia.
Great!!!!!!
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
A Escada e a Vida
A escada pode ser utilizada
como metáfora da e na Vida. Durante a nossa existência umas vezes subimos e outras
descemos. Por vezes corremos alegremente e outras arrastamo-nos lentamente. Há
degraus bons e degraus que nos causam dor. Umas vezes encaramos com esperança
os próximos lances, outras percorremo-los penosamente. Há alturas que é difícil
perceber se vamos a subir ou a descer. Após lenta ascensão, na última fase da
Vida, é com algumas dúvidas e ou receios que enfrentamos os seus últimos
degraus. Será que vamos encontrar alguma porta? Aberta ou fechada? E depois
haverá um depois?
Get Out (from Leaving las Vegas) - Mike Figgis
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
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