quinta-feira, 6 de maio de 2010

The Sea of Love

 
Sea Of Love - Phil Phillips

"Sea of Love", da autoria de Phil Phillips com os Twilights, quase conquistou o 1º lugar do Top 100 dos “chats” pop nos USA, em 24 de Agosto de 1959, mas teve de se contentar com o segundo lugar. Ficou 14 Semanas no Top 40 e atingiu o 1º lugar na R&Blues “chart”, vendendo mais de 2 milhões de cópias. Foi um dos temas mais tocados durante os anos 50. Em 1958, Phil Phillips (nascido John Baptiste) foi um jovem guitarrista frustrado que trabalhava como mensageiro de hotel em Lake Charles, LA. Baptiste escreveu "Sea of Love" serenata para uma paixão. Um dia, foi ouvido por um amigo de George Khoury, um produtor local, que havia trabalhado com um grupo feminino chamado “Cookie and the Cupcakes”. Khoury Baptiste acrescentou algumas vozes, em estilo “doo woop” como fundo, e gravou a canção após sucessivos “takes”. Antes do lançamento, Khoury sugeriu a Baptiste que deveria usar antes o seu nome do meio, Phillip, e o nome “artístico” ficou Baptiste Phil Phillips. A canção foi publicada, inicialmente, por uma editora independente da propriedade de Khoury, mas começou a vender tão bem que a Mercury Records passou a ser a distribuidora. Apesar de ter Brook Benton e os Jordanaires como vozes de apoio e produção de Clyde Otis, o recém-baptizado Phil Phillips nunca iria ver o Top 40 novamente. Del Shannon refez "Sea of Love" em 1982 e alcançou o 33º lugar, os “Honeydrippers”, dois anos mais tarde, duplicaram o sucesso inicial. Mais tarde, ainda na década de 80, Phillips produziu a canção para os “Fire Ants”, um grupo que integrava cinco de seus filhos. Mais recentemente (1989) a canção foi o tema central de um filme intitulado também “Sea of Love” (em Portugal teve o nome de “Perigosa Sedução”), com Al Pacino e Ellen Barkin – confirmando o seu estatuto de disco de culto.

6 comentários:

Submarino Amarelo disse...

Grande fotografia que ilustra uma excelente introdução (ou recordação) a um tema efectivamente mítico da música norte-americana.

Aproveito a não menção de VT das duas grandes versões deste tema (deve ter sido para me obrigar a comentar...)para as acrescentar aqui. A primeira, que está incluída na banda sonora e encerra o filme citado, pode ser ouvida em:

http://www.youtube.com/watch?v=nVJAW-ag7fs&feature=related

A outra, igualmente radical em relação ao original, mas num registo antagónico está em:

http://www.youtube.com/watch?v=CbMeAOTPJzM

Divirtam-se.

Amélie™ disse...

Interessante a história. Linda música!
Bjs

Anónimo disse...

..."Azul, Azuis, Azuis Esverdeados", normalmente cores associadas ao Mar e ao Ceu, transmitem Serenidade, Confiança, Profundidade/Poder ( quietude ) e Paz, cujo efeito sobre o "nosso" comportamento, é regra geral, tranquilizador e Relaxante.

Fotografia que apesar da grande simplicidade, poderá estar carregada de simbologias..., ou não: ( a principal seria a relação tipo "embrionária", que poderemos estabelecer/manter com a Agua, desde a formação da "nossa" 1ª célula, com funções de alimento/segurança e protecção.... ).
Gosto particularmente das pequenas ondas, que surgem tranquilamente, possivelmente em consequencia de alguma "brisa" que se faria sentir no "momento" e que de certa maneira agita um pouco esta "imensidão" a que chamamos de Mar.

Quanto á musica, uma verdadeira Delícia, só mesmo para sentir....
Parabens pela Harmonia e Beleza desta conjugação.
Abraço
AC

francescbb@hotmail.es disse...

Grandes fotos y blog!!! Congratulations!!

http://balapertotarreu.blogspot.com

Frank

VT disse...

Obviamente que coloco a "deixa" para o Submarino acrescentar os seus conhecimentos sobre música popular (mesmo assim às vezes não aparece apesar da música escolhida - como foi o caso recente dos Beatles). Agradeço sempre o "complementar".
Amélie e Francescbb sejam muito bem vindos! Terei muito gosto em os ter mais vezes por cá com os vossos comentários.
Outro abraço para si AC e pela companhia dos seus comentários sempre interessantes e muito sentidos.
Bem hajam
VT

Tina disse...

Obrigada pela informações, Vasco!
Foi uma sorte para Phil Philips, de que não conhecia a história de vida, ter conseguido vencer na área da sua vocação, assim como para os que apreciam as suas composições. O tema original é de grande beleza, com o côro a embalar-nos em tom de wsing.
E nesta foto, o mar em todo o seu esplendor! Para quem nasceu numa ilha, é das imagens mais irresístiveis que me prendem sem remissão. Os tons azuis em coloração progressiva acentuam a sua beleza e o horizonte dá-lhe a pincelada final, coroando-a de brancas nuvens.
Mais uma das tuas felizes composições, Vasco!

"Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar..."