sábado, 28 de novembro de 2009

Un matin de tendresse


Maintenant Je sais –Jean Gabin

Quand j'étais gosse, haut comme trois pommes, J'parlais bien fort pour être un homme J'disais, JE SAIS, JE SAIS, JE SAIS, JE SAIS C'était l'début, c'était l'printemps Mais quand j'ai eu mes 18 ans J'ai dit, JE SAIS, ça y est, cette fois JE SAIS Et aujourd'hui, les jours où je m'retourne J'regarde la terre où j'ai quand même fait les 100 pas Et je n'sais toujours pas comment elle tourne ! Vers 25 ans, j'savais tout : l'amour, les roses, la vie, les sous Tiens oui l'amour ! J'en avais fait tout le tour ! Et heureusement, comme les copains, j'avais pas mangé tout mon pain : Au milieu de ma vie, j'ai encore appris. C'que j'ai appris, ça tient en trois, quatre mots : Le jour où quelqu'un vous aime, il fait très beau, j'peux pas mieux dire, il fait très beau ! C'est encore ce qui m'étonne dans la vie, Moi qui suis à l'automne de ma vie On oublie tant de soirs de tristesse Mais jamais un matin de tendresse ! Toute ma jeunesse, j'ai voulu dire JE SAIS Seulement, plus je cherchais, et puis moins j' savais Il y a 60 coups qui ont sonné à l'horloge Je suis encore à ma fenêtre, je regarde, et j'm'interroge ? Maintenant JE SAIS, JE SAIS QU'ON NE SAIT JAMAIS ! La vie, l'amour, l'argent, les amis et les roses On ne sait jamais le bruit ni la couleur des choses C'est tout c'que j'sais ! Mais ça, j'le SAIS... !

8 comentários:

Magnolia disse...

Lindo...como sempre
Bj

Anónimo disse...

“ Quando procuro nas minhas recordações aquelas que me deixaram um gosto duradouro, quando faço o balanço das horas que contaram, descubro aquelas que fortuna alguma me teria conseguido. Não se compra a amizade de um Mermoz, de um companheiro a que as provações vividas em comum nos ligaram para sempre. Esta noite de voo e as suas cem mil estrelas, esta serenidade, esta soberania de poucas horas, não as compra o dinheiro.
E não compra também aquele aspecto novo do mundo depois das etapas difíceis, as árvores, as flores, as mulheres, aqueles sorrisos coloridos da frescura da vida que acaba de nos ser devolvida ao romper da manhã, todo o concerto de pequenas coisas que nos recompensam.”

Saint-Exupéry, in “Terra dos Homens”

Considero que devem ser sempre de reter as memórias positivas da nossa Vida: são essas que constituem o aporte calórico de força, determinação, alegria patente em sorrisos perenes …
O que de menos bom nos vai acontecendo contribui também para nos fortalecer e ajudar a superar o reflexo da face mais cinzenta da Vida, ainda que por vezes sintamos que o sentido está desaparecido, provavelmente, “vítima de rapto”…

São contudo, todas as nossas Belas e Doces memórias que nos fazem sentir eternamente jovens, eternamente activos, eternamente úteis a este Mundo a que pertencemos e no qual , ficarão embutidas as nossas “impressões digitais”… e, ousaria dizer, eternamente “bonitos” e eternamente Ternos.

Bj

FC

Eva Gonçalves disse...

C'est vrais...on ne sais jamais...ça, je le sais aussi! :)
Este post vai no sentido do meu último post :)
Bom fim-de-semana!

Anónimo disse...

Agora eu sei que todas as manhãs,não importa a idade,podem trazer ternura!

O "segredo" está na janela da alma.

"Agora que o silêncio é um mar sem ondas..."(Miguel Torga)

MV

Anónimo disse...

Luz solar de Outono maravilhosamente reflectida no mar.
Sabedoria que só o Outono da Vida pode proporcionar.
RP

VT disse...

Mais... on sait qu´il y a des formidables comentaires des personnes aussi fantastiques.
Merci Magnolia, Eva, FC, MV et RP.
Je vous desire une semaine pleine de tendresse.
VT

'Tsuki disse...

Magnifique nuage !

Um abrazo da Francia...

Anónimo disse...

Cada dia, cada idade, cada momento, tem a sua sabedoria e ainda bem que a sentimos nem que seja por um "instante",... mas com a experiência da vida as nossas aprendizagens são constante...e á medida que vamos "crescendo",sabendo um pouco mais de nós mesmos,percebemos que não somos donos do conhecimento...quando menos, aprendizes eternos de um "absoluto que não "tocamos"... o momento captado lembra o movimento constante e a transformação inerente.Nunca vi um mar igual , nunca vi uma nuvem igual....
AC